Festival de barbeiragens


Por Rodrigo Cozzato

Um fato curioso me deixa indignado: quando a Raposo Tavares está livre, sem trânsito, alguns motoristas parecem desaprender a dirigir. Digo isso porque tenho me deparado com algumas barbeiragens absurdas nos últimos dias, sempre que a rodovia está sem problemas. É carro ziguezagueando o tempo todo sem dar seta, se arrastando na faixa da esquerda, caminhões e ônibus andando a toda velocidade…

Só hoje vi quatro dessas: uma senhora conduzia um Stilo, e ia grudada no carro à frente. Freava a todo instante, ia para a faixa do meio sem dar seta, não conseguia fazer a ultrapassagem [irregular], voltava para a esquerda sem dar seta; a “dona” da Raposo.

Em determinado momento, o trânsito, que fluía bem, parou de repente. Um Vectra seguia a uns 50, 60 km/h na faixa do meio, o que causou um afunilamento — e, consequentemente, redução brusca de velocidade.

Mais à frente, uma Montana repetiu a cena: ia pra lá e pra cá sem motivo — e sem dar seta. Não havia a menor razão para o motorista agir daquela maneira, uma vez que o trânsito estava bom.

Por fim, sobre a ponte do acesso ao Jardim Peri-Peri, uma moto bateu na traseira de um Scénic, provavelmente em mudança repentina de faixa. Se o motociclista estivesse mais devagar, certamente teria evitado a batida.

É muito bom poder ir ao trabalho pela Raposo Tavares sem pegar aquelas intermináveis filas. Porém, dirigir em momentos em que não há trânsito tem ficado cada vez mais perigoso.

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