Congestionamentos: nem um pouco de saudade


Por Rodrigo Cozzato

Após ir e voltar ao trabalho por mais de um mês exclusivamente de moto, ontem precisei usar o carro. Só porque precisei mesmo, pois foi uma escolha difícil de ser digerida. Na ida, pela manhã, o tráfego na Raposo Tavares estava bem tranquilo, com lentidão apenas nos semáforos. Graças ao horário que saio de casa.

O problema mesmo foi a volta. O caminho que eu faço — praça Pan-americana, ponte Cidade Universitária, rua Alvarenga — estava completamente travado, por isso optei por um caminho alternativo: ponte do Jaguaré e avenida Politécnica. Não sei o quanto foi “menos pior”, pois tudo estava tão travado quanto meu caminho de praxe.

Foram 40 minutos até acessar a Raposo, que não estava em seus piores dias, e mais 25 até chegar em casa. Pouco mais de uma hora para percorrer um trajeto que de moto faço em 20, 25 minutos.

Foto: Rodrigo Cozzato

Caminhos alternativos nem sempre são a melhor opção

Agora o frio parece ter chegado definitivamente. Época de sair de casa com blusas grossas, luvas, cachecol e meião de futebol para proteger as canelas! O frio judia um pouco dos motociclistas, mas não é nada perto de enfrentar os congestionamentos diários.

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Uma resposta to “Congestionamentos: nem um pouco de saudade”

  1. Neto Says:

    Foi um acidente na Alvarenga com a Vital moto com um carro

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