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Estrada do Embu: a novela continua

22/07/2010

Por Rodrigo Cozzato

Após quase oito meses de obras, finalmente parece que o acesso entre as estradas do Embu e Capuava será reaberto. A rua de quarteirão único desmoronou sobre um hipermercado que fica ao lado em janeiro deste ano em consequência das chuvas. Desde então, o local concentra grande número de caminhões, tratores e máquinas, atrapalhando o já confuso trânsito na região.

A prefeitura e a secretaria de Obras de Cotia prometiam entregar a obra há tempos, mas a data oficial se tornou 10 de julho. Novamente adiada, a rua deveria estar pronta e liberada ontem, 21 de julho. A expectativa é que os carros pudessem passar por lá, nem que fosse à noite. Mas o acesso segue fechado. Hoje pela manhã, operários davam os últimos retoques e limpavam o local.

É possível que a liberação aconteça hoje. Sendo assim, motoristas que trafegam pelo local esperam que os congestionamentos, principalmente pela manhã e à tarde, diminuam.

Foto: Rodrigo Cozzato

Acesso está em obras há quase oito meses

A secretaria de Obras promete ainda a construção de ilhas para separar e organizar o trânsito, semáforos, baias para paradas de ônibus e recapeamento da Estrada do Embu. Tomara mesmo, pois aquela região está abandonada há muito tempo, e a falta de estrutura e os congestionamentos que acontecessem por ali refletem diretamente na Raposo Tavares.

Obras que não acabam nunca

19/07/2010

Por Rodrigo Cozzato

A Raposo Tavares mais parece um canteiro de obras a céu aberto do que propriamente uma rodovia. São “melhorias” para todo canto, e o mais impressionante é que elas, as melhorias, não acabam nunca. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER), responsável pelas obras, determinou que o prazo para que a rodovia estivesse pronta seria em julho de 2009. Obviamente não foi concluída. O prazo foi prorrogado para 28 de fevereiro de 2010, e posteriormente para 11 de março. Estamos em julho, e nada mudou.

O que mais tem chamado atenção nas últimas semanas é a construção de muros sob as passarelas de pedestres, obras que têm lá seus questionamentos quanto sua necessidade; porém, o DER se defende dizendo que os muros forçam os pedestres a cruzar a rodovia pelas passarelas. Não fosse o horário em que a empreiteira realizasse a construção do muro, talvez nenhum motorista percebesse. No entanto, muitas vezes a obra é realizada durante o dia, nos finais de semana ou mesmo em dias úteis, conforme relato de Fau Barbosa, do Portal Viva!

Foto: Rodrigo Cozzato

Obras que não acabam nunca atrapalham a vida do motorista

Outro ponto é a falta de manutenção. A rodovia contém muita sujeira encostada ao muro, a maior parte resquícios de acidentes, solas de pneus de caminhões e animais mortos. Tudo isso é um ingrediente a mais para causar acidentes.

É preciso ressaltar que alguns trechos entre os kms. 26 e 31 receberam nova sinalização das faixas. Mas parece pouco perto do que precisa de fato ser feito, como por exemplo melhoria de placas; acessos e saídas de bairros; recuos para pontos de ônibus; recapeamento de asfalto; instalação de obstáculos nas passarelas para evitar acesso a motos; e fiscalização, sempre.

O trecho entre os kms. 10 e 31 é de responsabilidade do DER; a partir dali, a rodovia é privatizada. O que dá a impressão é que o trecho considerado urbano da Raposo Tavares, e de tutela do governo, terá suas melhorias entregues à população às vésperas das eleições. Esses 21 quilômetros, aliás, são um dos poucos em todo o Estado ainda sob supervisão do DER. Uma privatização – e um pedágio – é tudo o que falta para essa região (e tudo o que a população não quer).

Uma foto

16/04/2010

Por Rodrigo Cozzato

Foto: Rodrigo Cozzato

Criação de faixa destinada a parada de ônibus dará mais segurança a passageiros e veículos

As intermináveis obras na Raposo Tavares finalmente chegaram a um dos pontos mais críticos da rodovia: a parada de ônibus na curva do quilômetro 22,5. O trecho é perigoso para veículos e usuários do transporte público, pois o ponto fica em uma curva. No local, os ônibus param sobre a faixa da direita para embarque e desembarque dos passageiros.